Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz
Charles Chaplin
sexta-feira, maio 29, 2009
quinta-feira, maio 28, 2009
terça-feira, maio 26, 2009
domingo, maio 24, 2009
Desengano
Os livros são as minhas únicas armas
A paixão, minha dor
A emoção, o meu câncer
O amor, minha morte
O sono, o melhor pesadelo
A solidão, a melhor companheira
A vida, a minha eterna guerra
A poesia, a melhor droga
O meu trabalho, a única diversão...
Definitivamente não pertenço a esse mundo...
Lúcio Alves de Barros
Os livros são as minhas únicas armas
A paixão, minha dor
A emoção, o meu câncer
O amor, minha morte
O sono, o melhor pesadelo
A solidão, a melhor companheira
A vida, a minha eterna guerra
A poesia, a melhor droga
O meu trabalho, a única diversão...
Definitivamente não pertenço a esse mundo...
Lúcio Alves de Barros
quinta-feira, maio 21, 2009
Lorenzato.pintor e escultor autodidata....material 1 pente
Lorenzato sempre esteve despreocupado com normas ou tendências pré-estabelecidas que, aliás, ele conhecia bem em função do longo período que permaneceu na Europa tendo contato com toda a produção artística do continente, desde o Renascimento até as primeiras vanguardas do século XX.
Como artista desejoso em investigar o próprio fazer produzia sua tinta, experimentava suportes e materiais diversos criando texturas com recursos herdados de sua antiga profissão; esculturas e desenhos em placas de cimento; estudos e croquis com papéis que estivessem ao alcance da mão - convites de exposições, caderno do filho, maços de cigarros.
Perceber seu trabalho como um produto de manifestação popular é portanto incorrer num erro, pois seu fazer nada tem de ingênuo. O artista não segue regras estritas nem se apega a estruturas estilísticas pré-determinadas, pois conforme registrou no verso de um trabalho de 1948 é "pintor autodidata e franco atirador. Não tem escolas. Não segue tendências. Não pertence a igrejinhas. Pinta conforme lhe dá na telha. Amém.”
Em toda sua obra Lorenzato elegeu apenas uma regra: a liberdade
Como artista desejoso em investigar o próprio fazer produzia sua tinta, experimentava suportes e materiais diversos criando texturas com recursos herdados de sua antiga profissão; esculturas e desenhos em placas de cimento; estudos e croquis com papéis que estivessem ao alcance da mão - convites de exposições, caderno do filho, maços de cigarros.
Perceber seu trabalho como um produto de manifestação popular é portanto incorrer num erro, pois seu fazer nada tem de ingênuo. O artista não segue regras estritas nem se apega a estruturas estilísticas pré-determinadas, pois conforme registrou no verso de um trabalho de 1948 é "pintor autodidata e franco atirador. Não tem escolas. Não segue tendências. Não pertence a igrejinhas. Pinta conforme lhe dá na telha. Amém.”
Em toda sua obra Lorenzato elegeu apenas uma regra: a liberdade
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