quarta-feira, julho 02, 2014
sábado, junho 14, 2014
MUSÉE INTERNATIONAL D`ART NAÏF de MAGOG
REVIM-14 - SÉLECTION DU JURY POUR L'EXPOSITION Grassi, Gema; Argentine Dias, Adriano, Brésil Léger, Royal; Canada Jost, Geneviève; Canada Uberti-Lavigne, Sophie; France; Poirier, Angélique; France Sochas, Christian; France Baudry, Michel; Réunion (France) Tsentsiper, Malka; Israël Berruti, Katia; Italiey Marchesini, Cesare; Italie Zoppi, Giuliano; Italie Tengli-Truchel, Anna; Pologne Maria Tereza; Portugal Farkas, Viorica-Ana; Roumanie Dragan; Serbie Skorka, Jan; Slovakie Bantjes, Adele, Afrique du Sud Perret, Carole-B; Suisse Ïrtegün, Hayal; Turquie Kelly, Antoinette; UK White, Amanda A.; UK Note: des ajustements pourront être apportés, en fonction des contingences des artistes. MEMBRES DU JURY Madame Odile Sutter, France Madame Madalena Zaccara, Brésil Madame Jelena Bobroussova-Davies, Russie; Monsieur Luigi Braghiroli, Italie Monsieur Michel Forest, Canada
segunda-feira, junho 09, 2014
domingo, junho 01, 2014
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Ferreira Gullar
sábado, abril 19, 2014
quarta-feira, fevereiro 26, 2014
terça-feira, fevereiro 11, 2014
No Espaço Arte SkyRoma Neste início de Fevereiro a lembrar a realização do nosso projecto Cafés do Mundo - Arte Postal organizado pelo Apartis com Exposição agendada para 15 de Fevereiro a 15 de Março de 2014 no Espaço de Arte do SKYROMA em Lisboa - PortugaL. São 52 autores representativos de Portugal,Espanha,França,Brasil,Costa Rica,México,Argentina,Canadá e Venezuela com 68 obras!
terça-feira, janeiro 21, 2014
ARTE NAIF!!!!
O que é Arte Naïf?
O desejo espontâneo de desenhar e pintar existe desde os primórdios da civilização humana, sendo o seu mais reconhecido exemplo as “pinturas rupestres”.
O termo Arte Naïf foi pela primeira vez utilizado, no virar do século XIX, para identificar a obra de Henri Rousseau, pintor autodidacta admirado pela vanguarda artística dessa época, que incluía génios como Picasso, Matisse e Paul Gauguin, entre outros.
Com esta génese, a Arte Naïf começou a afirmar-se como uma corrente que aborda os contextos artísticos de modo espontâneo e com plena liberdade estética e de expressão e os seus seguidores definem-na hoje como “a arte livre de convenções”.
A Arte Naïf é concebida e produzida por artistas sem preparação académica específica e sem a “obrigação” de terem de utilizar técnicas elaboradas e abordagens temáticas e cromáticas convencionais nos trabalhos que executam. Isto não significa que não estudem e aperfeiçoem de modo autodidáctico e experimental o desenvolvimento das suas obras, e não implica que a exigência de qualidade das mesmas seja inferior.
A capacidade artística é um dom inato no ser humano e não existem técnicas, regras ou dogmas que, quando ele realmente está presente, lhe possam atrofiar qualidade e retirar valor.
A Arte Naïf não se enquadra também na designação de Arte Popular, diferindo dela na medida em que se trata de um trabalho de criação individual que apresenta peças artísticas únicas e originais.
Caracteriza-se em termos gerais por uma aparente simplicidade e pela liberdade que o autor tem para relacionar ou desagregar, a seu belo prazer, determinados elementos considerados formais; a inexistência de perspectiva, a desregulação da composição, a irrealidade dos factos ou a aplicação de paletas de cores chocantes. A Arte Naïf exprime ainda, de um modo geral, alegria, felicidade, espontaneidade e imaginários complexos, resultando, às vezes, todo este conjunto numa beleza aparentemente desequilibrada mas sempre muito sugestiva.
Alguns críticos afirmam que, contrastando com os “académicos”, que pintam com o cérebro, os “ingénuos” pintam só com a alma. Esta parece ser a verdadeira essência do Naïf, claramente o estilo de quem já nasce com o dom de ser artista
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A unica Arte que ficara para sempre é a Arte Nayf.(Pablo Picassso.1881-1973)
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