
.kátia:
Entre a corda e o violão
Entre o samba e canção
Seu olhar enternecido, encoberto pela ferida.
Sem entrever-se o guarnecido, ensaia a flauta dos dedos no violão embevecido.
Espera e canta.
E canta e espera.
A doce quimera, o dia que passa, o Norte que amanhece, o mote que não esquece.
Tem Fernando, tem Pessoa, tem meus lagos enormes lagoas
de minhas lágrimas derramadas, tem meus versos e meus tristes jeitos.
Entre as proas enormes cinzas, enormes fagulhas a saltar dos olhos.
A embotar-lhe os sentidos, a arrancar do dedilhado, meu nome, meu doce nome sentido.
k.t.n. [amiga especial]